quarta-feira, 9 de junho de 2010

Feira da Saúde'10

A USF Fiães vai comemorar o seu 2º aniversário no dia 20 de Junho de 2010 com a realização de uma Feira de Saúde das 9h às 13h, aberto a toda a população (para ver o cartaz clique na imagem).

Haverá barraquinhas e a Associação vai estar lá, vá visitar-nos temos algumas surpresas!!!

Durante toda a manha serão realizados vários rastreios e actividades como avaliação de tensão arterial, glicemia capilar, colesterol, peso, indice massa corporal, PSA, rastreios orais, nutricionais, de podologia, optometria e osteoporose.
Pelas 10h será realizada uma caminhada pela freguesia de Fiães.

Para todos aqueles que pretendam doar sangue, salientamos que haverá uma dávida de sangue com o apoio do Instituto Português do Sangue.
Cuidem da vossa saúde e participem!!!

quarta-feira, 2 de junho de 2010

O Nascimento do Ema!!!

Foi no maravilhoso dia 28 de Abril pelas 11H59 que a Ema nasceu, exactamente ás 39 semanas de gestação, através de cesariana devido ao facto de a nossa princesa não ter conseguido dar a volta no útero da mamã.
Este não foi o tipo de parto que tínhamos idealizado, pois sempre foi nossa vontade passarmos pela experiência de um parto normal em que o Bruno pudesse assistir ao nascimento. Tendo sido cesariana, tal não foi possível.

Assim, por volta das 11H dei entrada no bloco, munida do kit da LUSOCORD, para ser submetida á cesariana que eu tanto quis evitar e que tanto receio me provocava. Foi-me administrada a epidural, procedimento que não me causou dor nem desconforto, e logo comecei a perder a sensibilidade na minha perna esquerda, passando para a perna direita e subindo para o meu abdómen.

Nesta altura entrou a equipa médica, liderada pela Dra. Célia Araújo, que imediatamente iniciaram a cesariana. É uma sensação um pouco estranha quando começam a fazer os cortes no abdómen e a aplicarem os afastadores, apesar de nunca sentir qualquer tipo de dor.

Poucos minutos depois, retiraram a Ema e logo o seu maravilhoso choro foi ouvido e não consegui conter as lágrimas. Não a consegui ver imediatamente pois tenho miopia e não me foi permitido levar os meus óculos para o bloco mas a Dra. Célia informou-me imediatamente que era uma menina linda.

Assim, só após terem terminado os primeiros cuidados e testes ao bebé, é que uma enfermeira me trouxe aquele lindo embrulhinho bem juntinho da minha cara para eu a puder ver por uns breves instantes, que emoção!!

De seguida levaram logo a Ema para conhecer o papá, apesar de só terem deixado o Bruno espreitar a bebé e não ter tido sequer a oportunidade de pegar na Ema ao colo.

Logo de seguida ela foi colocada na sala de recobro sozinha, com uma fonte de calor, aonde ela teve que aguardar a minha chegada.

Quando terminaram a cesariana, foi levada para junto da Ema na sala de recobro e nesta altura uma enfermeira colocou-a junto do meu peito para que ela pudesse mamar, a enfermeira teve que nos dar uma ajuda pois a Ema não queria pegar na mama.

Subimos as duas para a maternidade por volta das 15h30, e aí permanecemos até a nossa alta no dia 1 de Maio. Com excepção de uma das noites do nosso internamento, tivemos um óptimo apoio por parte das enfermeiras, sempre muito prestáveis e atenciosas.

A amamentação e o aumento de peso tem sido uma batalha desde o primeiro dia para nós. A Ema não quis pegar na mama apesar de todos os meus esforços e ficava muito irritada e zangada com o facto.

Tive que recorrer á extracção do leite com uma bomba e dar-lhe o leite materno pelo biberão, muitas das vezes tendo que a acordar para ela mamar.

Só no final da terceira semana é que a Ema começou a engordar o valor mínimo diário.

Continuei a insistir com a Ema para pegar na mama mas só agora, exactamente no dia em que ela completou um mês de vida, é que ela se decidiu a pegar na mama e assim tem sido desde esse dia para grande alegria minha!

O curso que fizemos na Associação Milagre de Vida foi uma óptima preparação. Para nós, que não tivemos um parto normal, os cuidados no banho e a amamentação foram muito úteis.

Aconselhamos a todos os novos pais a participarem num curso de preparação pré-parto.
É fantástico ter a Ema nas nossas vidas, cada dia descobrimos algo novo e não há emoção mais maravilhosa do que a ver sorrir.

A equipa da associação deseja-vos as maiores felicidades, tal como diz, "não há emoção mais maravilhosa do que a ver sorrir"

Que esse sorriso seja a força para melhor viver, as mudanças desta nova etapa da vossa vida famíliar.
PARABÉNS!!!

PARABÉNS!
Desejamos-vos as maiores felicidades, ficamos ao vosso dispor

terça-feira, 25 de maio de 2010

O nascimento do Salvador

Já estava com 41 semanas e o Salvador não queria sair do quentinho da barriga da mamã e por isso a indução foi marcada.

Eram 7.30h do dia 24/03/2010 quando me levantei. Tomei um duche, o pequeno-almoço, coloquei o resto das coisas no saco e rumei ao hospital. Tinha dormi bem, o que foi óptimo, pois, estava calma, mas ao mesmo tempo ansiosa...

Demos, eu, o Salvador e o Daniel, entrada no hospital por volta das 8.30h, levava as malinhas, minha e do Salvador e ainda a térmos da Lusocord.

Fui atendida por um enfermeiro chamado Salvador (é ou não é coincidência!?), fiz ctg, fizeram-me eco e depois assinei a papelada toda.

O passo seguinte foi despir-me e colocar uma bata espectacular, onde cabiam umas 5 ou 6 Vânias. Chamei o Daniel e fomos para a sala de dilatação.

Na sala de dilatação, colocaram-me medicação para a indução por volta das 9.45h, a medicação foi directa no útero, e durante 2 horas não me pude levantar.

As contracções foram aumentando e por isso os exercícios de respiração começaram a ser colocados em prática. Até que por volta das 13.00h, estava o Daniel quase a dormir no cadeirão, rebentaram-me as águas espontaneamente, o Daniel até se assustou, pois ouviu-se um barulho semelhante ao de um balão cheio de água a rebentar! Ele foi chamar a enfermeira que me veio observar.

As dores intensificaram-se mesmo muito, em dor e em espaçamento. Como já tinha dilatação suficiente passei para a sala de partos e foi-me administrada a epidural. Desde o rebentamento das águas até o efeito da epidural foi quase 1 hora.

Já na sala de partos, a nº.2, e com o efeito da epidural e com ocitocina, iniciou-se mais uma vez a espera. Desta vez a espera que a dilatação ficasse concluída para que o nosso bebé viesse ao mundo.

Fui sendo observada por médicas, enfermeiras. Até que perto das 15.00h, já com dilatação completa, reuniu-se a equipa médica e iniciei a fase de período expulsivo.

Mas foi falso alarme, porque o Salvador estava muito subido e a olhar para a lua, e por isso não na melhor posição para sair.
A equipa saiu da sala mas eu tive ordens para continuar a puxar sempre que tivesse vontade, mas na posição de lado, isto para o bebé descer.

Por volta das 17.30h a equipa voltou a reunir-se na sala e foi tudo preparado para que fosse desta.

Iniciou-se uma série de puxões, o Daniel foi solicitado para ajudar e empurrar a barriga, mas com receio de magoar não conseguiu e então foi um enfermeiro que o fez.

Estava exausta e cheia de sede, mas o meu bebé lindo nasceu e foi com uma emoção sem tamanho e a chorar de alegria que o recebi. Que quentinho e que fofinho!!! É um momento indescritível.

O momento mais feliz da minha vida até agora foi no dia 24/03/2010, às 17.50h. O Salvador nasceu e veio conhecer os papás.

Com alguns minutos de vida o meu bebé foi colocado na maminha e pegou logo, ficamos em observação durante 2 horas e só por volta das 20.00h fomos para o quarto.

Estivemos no hospital até às 17.00 do dia 26/03/2010.

Adorei o facto de ter sido parto normal, apesar de muito doloroso é de uma e
moção incapaz de caber em palavras.

A equipa médica foi excepcional mas relativamente ao período de tempo que estive na enfermaria não deixa saudades...

Refiro-me ao facto de estar habituada a ser apaparicada por estar grávida e depois ali somos apenas mais uma, senti falta do lado mais humano…isto e mais o facto de incentivarem ao suplementoapesar das dificuldades iniciais, hoje, com 24 dias, o Salvador continua apenas com maminha e está a crescer lindamente, ele nasceu com 3.440g e 50cms e às 3 semanas já estava com 4.050g e 54cms.

Quero agradecer à Associação Milagre de Vida pelo curso que nos, a mim e ao Daniel, proporcionaram, foi muito útil, ajudou-nos na concentração e fundamentalmente a não entrar em desespero quando as dores começaram a apertar. Actualmente colocamos em prática as massagens e a técnica do banho.
Beijos,
Vânia. Daniel. e Salvador


A associação está muito feliz por poder ajudar os casais a prepararem-se para este momento tão maravilhoso e para as mudanças que esta nova etapa da vossa vida famíliar vão acontecer.
PARABÉNS!
Desejamos-vos as maiores felicidades, ficamos ao vosso dispor.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Fotos do Workshop da massagem

Sem palavras, porque as imagens falam por si!



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Breast Crawl - a primeira refeição do bebé

A Micaela Miranda sugeriu este vídeo que na verdade é fantástico porque tem uma parte filmada num hospital, onde o bebé recém-nascido é colocado em cima da mãe e ele estende-se, mexe-se até conseguir o seu objectivo, a mãe só vai acarinhando...

A Micaela diz "era bom q fosse assim em tds os hospitais!"
Mas nós mães, temos o direito de o reivindicar este encontro…

quarta-feira, 14 de abril de 2010

O papel do pai durante o trabalho de parto

1.O apoio do pai durante o trabalho de parto constitui um elemento essencial para que a parturiente tenha uma experiência positiva do parto e pós-parto.

Se pretende participar activamente no nascimento do seu filho acredite que o nascimento dele depende tanto da mulher como de si próprio…
Comece por participar activamente na gravidez. Procure informar-se sobre a gravidez, o parto, o período pós-parto, os cuidados ao bebé …

Acompanhe a sua companheira às consultas e às ecografias…

Coloque questões e dúvidas à equipa que está a vigiar a gravidez…

Frequente o Curso de Preparação para o Parto…

Visite o Núcleo de Partos onde o seu bebé vai nascer.

Ao aprender mais sobre o processo de nascimento, acaba por descobrir de que forma é que pode oferecer apoio durante o nascimento do seu filho.


2. Prepare-se para ser o suporte principal. Mentalize-se que é um elemento da equipa que está a acompanhar a sua companheira neste momento tão intenso das vossas vidas.


Colabore com os outros membros da equipa de saúde.


Esteja ao lado da sua companheira com todo o seu amor e carinho. Ajude-a a respirar adequadamente durante as contracções e a mudar de posição de forma a ficar mais confortável (ver artigo sobre "Como aliviar a dor de parto" em: http://csfeiracentrodesaude.blogspot.com/2010/03/como-aliviar-dor-de-parto.html ), faça-lhe uma massagem, toque-lhe suavemente no rosto, transmita-lhe o seu calor. Mantenha-se alegre e optimista!

3.O estar presente faz a diferença.
O “parceiro de nascimento” é geralmente o membro da equipa que conhece melhor os desejos da parturiente, tendo capacidade para melhor interpretar os seus gestos, as suas reacções e suas sugestões conseguindo expressá-las aos profissionais de saúde de forma mais adequada. A história pessoal com a sua companheira é algo que a equipa do núcleo de partos não tem, não conhece.


4.Para cuidar da parturiente, cuide também de si.
Use roupas confortáveis e leves e faça pequenas pausas para ir ao wc, para caminhar e se alimentar para ter a energia necessária para este momento tão especial.


5.Vá fazendo perguntas à equipa sobre o desenrolar do trabalho de parto.


6.Esteja preparado para experimentar algumas emoções fortes.
Muitas vezes o pai fica tão absorvido com a proximidade do nascimento do bebé que acaba por se esquecer de apoiar a mulher quando ela mais precisa, durante o período expulsivo.
Não se esqueça que tem uma mulher incrível ao seu lado e que neste momento está pronta para “dar à luz” o seu filho.
Admire-a, transmita-lhe as emoções e os sentimentos que está a viver, encoraje-a de forma positiva, incentive-a a puxar e a respirar adequadamente no intervalo das contracções.


7. Finalmente quando o bebé nascer, acolha-o com carinho.
Fale com ele (ele conhece a sua voz), embale-o de forma a proporcionar-lhe uma sensação de calma, ajudando-o na sua transição para o mundo exterior.
Acariciá-lo também irá reduzir as hormonas do stress e melhorar a sua respiração e regulação da temperatura.

Ajude a colocar o bebé à mama. A primeira hora após o parto constitui o momento ideal para colocar o bebé à mama, uma vez que se encontra desperto, com reflexo de sucção e deglutição "apurado" e desejoso do contacto precoce com a sua mãe (o calor da sua pele, o seu odor, o seu toque…).
Torne estes momentos iniciais da vida do seu filho momentos únicos e inesquecíveis!


8.Durante o período pós-parto o casal experiencia uma mistura de momentos alegres e difíceis. A imprevisibilidade de cada dia constitui um verdadeiro desafio à vida familiar.
O acréscimo de tarefas e responsabilidades, o próprio conhecimento do bebé que exige tempo e disponibilidade associado ao cansaço das noites mal dormidas acaba por abalar o sistema e a organização familiar que terá que sofrer alguns reajustamentos.

No entanto, participe desde o início de vida do seu bebé mudando-lhe a fralda, dando-lhe o banho, efectuando a massagem, apoiando na amamentação, embalando-o…
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Estabeleça o contacto pele-a-pele (coloque o seu bebé despido sobre o seu peito para que ele tenha o prazer de sentir o seu calor, o seu cheiro, o seu batimento cardíaco).

Seja compreensivo com a sua companheira que viveu momentos muito desgastantes e que está a passar por alterações hormonais que a podem destabilizar um pouco a nível psicológico.

Verá que com o decorrer do tempo, a vida familiar reorganizar-se-á e desfrutará com maior tranquilidade o milagre do nascimento.
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_____________________________________ Vânia Coimbra, Enfermeira especialista Saúde Materna e Obstetrícia
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Bibliografia

segunda-feira, 29 de março de 2010

O QUE ESPERAM AS GRÁVIDAS / CASAIS DO PARTO?

Resolvemos perguntar às grávidas que estão a frequentar o curso de preparação para o parto, o que esperam relativamente ao seu parto. Ficam aqui as suas expectativas... o parto imaginário!


"Sempre desejei ter um parto normal com acompanhamento do pai. Recorrer à epidural só o faria caso as dores fossem muito intensas pois penso que a respiração e a calma da mãe (e do pai) ajudam imenso na hora do parto. No entanto, a minha bebé ainda não virou, mantem-se ainda bem sentadinha. Devido a este facto, provavelmente terei que ser submetida a uma cesariana, o que me deixa a mim e ao pai bastante tristes. Pois desta forma, não iremos ter a oportunidade de passar pela experiência fantástica que deverá ser um parto natural / normal."

Sandra Pinho


"Colocando de parte todos os procedimentos e dor que envolve o parto em si, a minha expectativa desta experiência é que deve ser o ponto alto de comunicação entre a grávida / pré-mamã e o seu filho."

Anabela Mateus


"Quando penso nisso (no parto) tenho dificuldade em me abstrair do medo que tenho da dor. Por isso, o exercício que faço é tentar pensar nesse momento de forma descontraída, e uma vez que não sei o sexo do bebé, foco-me mais nesse momento da descoberta. Tento não ter expectativa nenhuma em relação ao parto. Nunca será nada que eu imagine, por isso tento não imaginar."


Renata Santos


"Relativamente às minhas expectativas, posso dizer que gostaria que o parto corresse o melhor possível e com todo o apoio da equipa que me for acompanhar. Gostaríamos que fosse um momento tranquilo para mais tarde recordar com muita alegria e só com boas lembranças."
"As minhas expectativas partem de princípio por todo um processo com muita alegria, relaxamento, serenidade e entre outros factores positivos de forma a que seja um parto com naturalidade."


Ana Luísa e João Paulo


Esperamos partilhar, convosco, o parto real! Até lá, aproveitem muito bem esta viagem indescritível ...

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Sónia Soares

sexta-feira, 19 de março de 2010

Nascimento sem violência

"O filme Nascimento Sem Violência por Frederick Leboyer disponível a partir de New Earth Records.
Este filme recebeu recentemente o Green Apple Award no Festival de Cinema de Estilo de Vida Verde..."

sexta-feira, 12 de março de 2010

O QUE É O MÉTODO PSICOPROFILÁCTICO?

A preparação para o parto pelo método psicoprofiláctico define-se como um conjunto de sessões de educação psíquica e física para o casal, que estimula a participação activa e consciente dos futuros pais durante o trabalho de parto.

Deste modo o casal não se submete ao parto, mas sim adapta-se a ele, adquire a capacidade e o poder de colaborar activamente no nascimento do seu filho.


O método psicoprofilá
ctico, também conhecido como “parto sem dor” ou “parto natural”, surge da necessidade de vencer a dor durante o trabalho de parto, através da aprendizagem de técnicas de relaxamento conduzindo a grávida/casal ao equilíbrio.



Assenta em três pontos fundamentais:



QUAIS SÃO OS OBJECTIVOS DO MÉTODO PSICOPROFILÁCTICO?

Promover uma preparação activa e consciente do casal durante a gravidez, parto e puerpério;

Treinar técnicas de descontracção muscular e exercícios respiratórios;

Gerir a ansiedade e o medo do parto;
Capacitar os pais para a adaptação ao processo de maternidade/paternidade, parto e pós-parto (Empowerment);

Proporcionar a partilha de experiências com outros casais.


QUAIS AS VANTAGENS DA PREPARAÇÃO PARA O PARTO PELO MÉTODO PSICOPROFILÁCTICO?


As vantagens podem dividir-se em obstétricas, psicológicas, para o recém-nascido e para a mãe:



Se deseja estimular o equilíbrio e a unidade da sua família, tornar o companheiro um interveniente activo e vivenciar o parto como uma experiência gratificante opte pela frequência no curso de preparação para o parto pelo método psicoprófiláctico.


Para a Associação Milagre de Vida é importante dar à grávida/casal consciência das suas possibilidades e responsabilidades.


O parto sem dor é uma escola de controlo de si própria

Vellay (1998:136)


_______________________Joana Pinto__________________
Bibliografia
BOBAK, I.M.; LOWDERMILK, D. L.; JENSEN, M. D. ; Enfermagem na Maternidade. 4ª ed. Lisboa: Lusociência, 1999.ISBN 972-8383-09-6.
COUTO, Germano (2003) “Preparação para o parto”, Loures, Lusociência.
FREITAS, M. G.; Freitas, M. O. N.; (1996) “ Preparação para o parto pelo método psicoprofilático”, Sinais Vitais, nº 48, p41 – 45.
VELLAY, Pierre (1998) ”A vida sexual da mulher: o método psicorofilático do parto sem dor”, 8 ª ed., Lisboa, Editoral Estampa.